EUA planejam indiciar Raúl Castro, ex-presidente de Cuba
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Donald Trump em visita a China em maio de 2026. Brendan Smialowski / Pool / AFP O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não seria muito mais paciente com o Irã enquanto pressionava Teerã a chegar a um acordo com Washington. "Não serei muito mais paciente", disse Trump em uma entrevista exibida na noite de quinta-feira (14) na Fox News. "Eles deveriam fazer um acordo", afirmou o presidente. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Durante a entrevista, Trump ainda disse que Xi Jinping, presidente da China, provavelmente tem habilidade para influenciar o Irã. "Os líderes do Irã com quem estamos lidando são razoáveis", completou. Sobre o enriquecimento de Urânio do Irã, o presidente dos EUA falou que é possível enterrar o estoque, porém, prefere "recebê-lo". Isso seria um "ato de relações públicas do que qualquer outra coisa", disse. Vídeos em alta no g1 Guerra já custou US$ 29 bilhões A guerra dos Estados Unidos contra o Irã já custou US$ 29 bilhões - o equivalente a cerca de R$ 142 bilhões - aos cofres norte-americanos, afirmou nesta terça-feira (12) um alto funcionário do Pentágono. Jules Hurst, que está exercendo as funções de controlador do orçamento gasto no confronto, falou a legisladores dos EUA e afirmou que esse valor inclui reparos e substituição de equipamentos atualizados, além de custos operacionais. A soma é US$ 4 bilhões acima da declarada, há pouco menos de duas semanas, pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, durante uma sabatina no Congresso, na primeira vez que o governo dos EUA falou publicamente sobre os custos da guerra. Pete Hegseth afirmou que os EUA obtiveram 'vitória militar com V maiúsculo' Getty Images via BBC No dia 29 de abril, Hegseth foi questionado sobre a proposta de Orçamento de 2027 das Forças Armadas, que o governo Trump propõe elevar para US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 7,5 trilhões). Ele confirmou que o presidente pretende levar a proposta adiante e argumentou que os EUA precisam "construir um Exército que nossos adversários temam". O secretário e o chefe das Forças Armadas também defenderam necessidade de mais drones, de sistemas de defesa antimísseis e de navios de guerra. E Hegseth negou que o conflito seja um "atoleiro", diante de críticas tanto de democratas quanto de republicanos de que a guerra esteja durando mais que o previsto. "A guerra com o Irã não é um atoleiro, e as críticas dos legisladores democratas dos EUA representam uma vitória de propaganda para o Irã", declarou. Congressistas acusam o governo Trump de não consultar o Legislativo antes de iniciar o conflito, que atualmente está em um período de cessar-fogo. Deputados chegaram a tentar aprovar resoluções para limitar os poderes do presidente dos EUA na guerra, mas as medidas não passaram. O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou nesta segunda-feira (11) como “estúpida” e "lixo" a mais recente proposta apresentada pelo Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio e afirmou que o cessar-fogo entre os dois países, em vigor há mais de um mês, está “por um fio”. Nesta terça-feira, um porta-voz do Parlamento iraniano afirmou que o regime vai avaliar a possibilidade de enriquecer urânio a 90% de pureza, suficiente para construir uma ogiva nuclear, caso os Estados Unidos retomem os ataques na guerra. *Com informações da Reuters.