Além do Brasil, veja quais foram os jogos da Copa do Mundo de sabádo (13)
Haiti x Escócia – o escocês Lawrence Shankland disputa a bola com o haitiano Hannes Delcroix. REUTERS/Peter Cziborra/TPX IMAGES OF THE DAY O terceiro dia da
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Junho Vermelho: Hemopi convoca doadores e conscientiza sobre a doação de sangue A cabeleireira Débora Teixeira, de 42 anos, doadora de sangue há anos, viveu
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Escoteiros explicam como a prática propõe ensinamentos fundamentais para a vida adulta Indo muito além dos acampamentos, nós e fogueiras, o escotismo pode s
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Bolo de Santo Antônio Quem não conseguiu garantir o tradicional bolo de Santo Antônio nesse sábado (13) terá mais uma chance. As unidades que não foram re
'Hoje é meu velório', diz homem com câncer terminal em celebração com chope e samba Quando descobriu que o câncer de estômago não tinha cura, Tiago Mart...
'Hoje é meu velório', diz homem com câncer terminal em celebração com chope e samba Quando descobriu que o câncer de estômago não tinha cura, Tiago Martins Pitthan, de 49 anos, tomou uma decisão: parar de adiar os sonhos. O advogado, que vive em Campo Grande e fez velório em vida, deixou de fazer planos para um futuro distante e passou a concentrar energia nas experiências que ainda deseja viver, como aprender a surfar, visitar o irmão em Portugal novamente e levar a mãe para conhecer o México. Veja o vídeo acima. "Eu não estou em contagem regressiva. Eu estou em contagem progressiva. Cada dia é um dia mais que eu vou viver." ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Novos sonhos Com as limitações físicas impostas pela doença, algumas atividades precisaram ser deixadas para trás. O futebol, a corrida e o ciclismo ficaram mais difíceis. Mas ele encontrou uma alternativa: substituir sonhos impossíveis por outros que ainda podem ser realizados. "Não posso mais correr. Não consigo jogar futebol. Não consigo pedalar. Então troquei paixões." Entre os próximos objetivos está aprender a surfar. "Vou aprender a surfar." A lista inclui ainda visitar o irmão em Portugal novamente e realizar um antigo desejo da mãe. "Quero levar minha mãe ao México." O disjuntor Tiago Pitthan durante a celebração da própria vida, realizada em Campo Grande. Alison Lima A forma como Tiago encara a morte também chama atenção. Ateu, ele diz que nunca enxergou o fim da vida como algo sobrenatural. "Eu vejo a morte como desligar o disjuntor." Segundo ele, o diagnóstico não mudou sua visão sobre a morte, mas transformou completamente sua relação com o tempo. "O que mudou é que eu não postergo mais as coisas." Por isso, diz que prefere concentrar energia no que ainda pode viver. "Eu já ganhei do câncer. Ele vai me tirar a vida em algum momento, mas é só o que ele vai tirar. Ele não vai tirar um minuto de um dia meu." Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: