Homem é condenado a 30 anos de prisão por matar companheira a facadas em Itapuí
Fórum da comarca de Jaú (SP) Reprodução Um homem de 41 anos foi condenado a 30 anos de reclusão em regime inicial fechado pelo feminicídio da companheira,
Fórum da comarca de Jaú (SP) Reprodução Um homem de 41 anos foi condenado a 30 anos de reclusão em regime inicial fechado pelo feminicídio da companheira,
Candidatos ao governo de Pernambuco nas eleições 2026 Arte/g1 Os sete candidatos ao governo de Pernambuco cumpriram compromissos de campanha neste sábado (26
Lobo-guará é flagrado passeando pela rua e acaba no quintal de uma casa, em Petrópolis Moradores do distrito da Posse, em Petrópolis, na Região Serrana do
Delegacia de Polícia Civil de Alenquer, no PA Aldemir Portela/Polícia Civil Um esfaqueamento em Alenquer, no oeste do Pará, deixou pelo menos três pessoas f
Mulher companheira de detento é presa ao tentar entrar com droga em penitenciária de Guareí Polícia Penal/Divulgação A companheira de um detento foi presa
Chuva em Goiânia Eliane Barros/g1 Goiás Uma chuva forte com ventania atingiu Goiânia neste sábado (26). De acordo com o gerente do Centro de Informações M
Temperaturas podem alcançar 30°C neste fim de semana na região de Campinas A região de Piracicaba (SP) pode ter a primeira onda de calor da primavera, a par
O aviso começa neste sábado (26) e permanece válido até as 18h da quarta-feira (30) AFP via Getty Images O calor que chega ao Triângulo Mineiro neste fim d
Quaest em MS: Eduardo Riedel, 51%; Fábio Trad, 12%; e Delcídio Amaral, 6% A 2° pesquisa Quaest divulgada na sexta-feira (25), com as intenções de voto para
Prédio no bairro São Francisco está abandonado há mais de um ano e preocupa moradores da r O prédio Santa Luzia, localizado no bairro São Francisco, em SÃ...
Prédio no bairro São Francisco está abandonado há mais de um ano e preocupa moradores da r O prédio Santa Luzia, localizado no bairro São Francisco, em São Luís, segue vazio mais de um ano após a retirada de 133 famílias, determinada por uma sentença da Justiça que ordenou a interdição e a desocupação do imóvel. O edifício aguarda uma definição sobre reforma ou demolição enquanto vizinhos relatam medo, sujeira e invasões. A decisão judicial foi tomada após laudos do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), da Prefeitura de São Luís, do Corpo de Bombeiros, e de perícia judicial, apontarem riscos estruturais, de incêndio e problemas nas instalações do edifício. Segundo a determinação, os moradores deveriam deixar o local em até 13 dias e seriam incluídos no programa de aluguel social, com um auxílio de R$ 400 por mês. Algumas famílias afirmaram que, devido ao curto prazo para a mudança, não conseguiram retirar todos os pertences. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp “Foi uma decisão que não olhou o lado humano e nem social da habitação das pessoas. Separou todo mundo. Você se importa com a condição de cada um. Aqui ainda é a nossa casa, ainda está no nosso coração. Nós estamos exilados. É como sair da sua casa, estar no seu país e ir para outro lugar. Seguro realmente não parece nem um pouco”, disse a ex-moradora e servidora pública, Maria Iranice Silva. A Justiça deu prazo de três anos para a reforma do prédio, caso houvesse condições técnicas e financeiras para a recuperação do imóvel. Sem a conclusão da obra, a determinação seria pela demolição da estrutura. Mais de um ano após a retirada dos moradores, o prédio continua fechado, com sinais de depredação. Os antigos moradores afirmam que ainda não sabem se o imóvel será reformado ou demolido. De acordo com vizinhos que vivem nas proximidades, a situação piorou após a saída das famílias. Entulhos e mato avançam sobre parte da estrutura, e a iluminação pública do local foi retirada depois da desocupação. “Depois que esse prédio foi desocupado, duas casas já foram assaltadas. Segurança é uma responsabilidade do poder público e simplesmente não existe. Ninguém toma providência nenhuma. Fica o prédio desocupado e o restante da rua toda em insegurança. É isso que acontece”, relatou o vizinho Paulo Tinoco. O que dizem as autoridades? Prédio no bairro São Francisco está abandonado há mais de um ano e preocupa moradores da região Reprodução/ TV Mirante Em nota, a Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) informou que o edifício Santa Luzia foi desocupado por ordem judicial e que todas as famílias foram incluídas no programa de aluguel social. O órgão afirmou ainda que o prédio está lacrado e passa por vistorias periódicas. Apesar das denúncias dos moradores sobre vandalismo no local, a Semurh informou que conta com o apoio da segurança pública para evitar ocupações irregulares. A Prefeitura de São Luís informou que aguarda o laudo técnico da perícia de engenharia para definir se o imóvel será reformado ou demolido, conforme prevê a decisão judicial, que estabeleceu o prazo de três anos. A Defensoria Pública do Maranhão informou que cerca de 30 famílias do Edifício Santa Luzia são assistidas pelo órgão e continuam recebendo o aluguel social. A instituição afirmou ainda que solicitou à Justiça a manutenção do benefício até uma solução habitacional definitiva e pediu a arrecadação do imóvel pelo município para estudos, realização de obras, eliminação de riscos e regularização fundiária. Sobre os furtos e saques registrados nos apartamentos após a desocupação, a Defensoria afirmou que irá apurar os prejuízos e as circunstâncias dos casos para avaliar as medidas judiciais cabíveis.