Caminhão com produtos lácteos pega fogo na MG-050
Bombeiros usaram cerca de 10 mil litros de água para apagar chamas em caminhão na MG-050 Corpo de Bombeiros Militar/ Divulgação Um caminhão-baú, que trans
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Filho da vítima é o principal suspeito e foi levado à delegacia. Osvaldinho Duarte/Rodrigo de Freitas Maria de Lurdes Pereira Lopes Agueiro, de 57 anos, foi
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Pedro Becker confessou o crime pelo ChatGPT, diz investigação Reprodução Pedro Guilherme Becker Soares, de 23 anos, investigado por divulgar fotos íntimas ...
Pedro Becker confessou o crime pelo ChatGPT, diz investigação Reprodução Pedro Guilherme Becker Soares, de 23 anos, investigado por divulgar fotos íntimas de mulheres em um grupo de WhatsApp, confessou o crime em interações com o ChatGPT. Segundo a denúncia do Ministério Público (MP) de Roraima, o suspeito narrou o vazamento das imagens à inteligência artificial e admitiu que as fotos íntimas da vítima, uma advogada, foram divulgadas a partir do próprio celular. A Polícia Civil descobriu a confissão após a operação que cumpriu o mandado de busca e apreensão na casa dele e de outros quatro investigados, em junho de 2025. Além de Pedro, os amigos dele Matheus Terra Fabri, de 24, e Felipe Gaio de Matos, 24, também foram denunciados pelo MP. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Segundo os investigadores, a conversa entre Pedro e o ChatGPT ocorreu em maio de 2025. Na interação, o jovem pediu um “conselho” ao aplicativo de inteligência artificial. Pedro confessou o crime em interações com o ChatGPT Reprodução "O ponto alto da investigação que consolida a autoria repousa na “confissão tecnológica” do denunciado PEDRO GUILHERME. Ao utilizar o aplicativo de Inteligência Artificial ChatGPT, PEDRO confessou o crime, narrando que as fotos haviam vazado de seu aparelho e admitindo a imoralidade de tentar incriminar falsamente seu melhor amigo para se livrar do processo", cita trecho da denúncia. A denúncia do MP afirma que Pedro também disse ao chat que tentou atribuir ao melhor amigo o compartilhamento das imagens para se livrar do processo judicial. Durante a conversa com a inteligência artificial, ele afirmou que estava "muito ansioso" e que perdeu o melhor amigo. Em nota, Matheus informou que não tem conhecimento do caso. O g1 também procurou Pedro por meio do contato disponível no processo, mas não obteve resposta. A reportagem tenta localizar a defesa de Felipe. Fraude processual O MP afirma que Pedro Becker “orquestrou uma fraude processual” com Matheus Terra, coordenando a destruição de dados e tentando induzir a Justiça ao erro. Em uma conversa entre os dois suspeitos, Pedro afirma que não tem mais nada e que iria "dar a limpa" na galeria e "resetar tudo". O MP afirma que Pedro Becker “orquestrou uma fraude processual” com Matheus Terra, coordenando a destruição de dados e tentando induzir a Justiça ao erro Reprodução "No aparelho de Matheus Terra Fabri, foram encontrados diálogos de 10/12/2024 que confirmam a destruição coordenada de provas logo após a denúncia da vítima", diz a investigação da Polícia Civil. Os investigadores também encontraram no quarto de Pedro, um papel que funcionava como uma espécie de “planejamento” ou “cronologia dos fatos”. No documento, havia anotações sobre conversa com o melhor amigo, reunião com advogada e a orientação para “não falar sobre o grupo (integrantes)”. Suspeito salvava em visualização única Segundo a denúncia do MP, Pedro Becker manteve um relacionamento com uma das vítimas, a advogada, por cerca de quatro anos. Durante esse período, ele salvava imagens íntimas enviadas por ela no WhatsApp compartilhava o conteúdo em um grupo de amigos, entre eles Felipe Gaio. A vítima enviava as fotos com o recurso de visualização única, mas, de acordo com a denúncia, Pedro usava um segundo celular para gravar a tela e salvar as imagens, que depois eram enviadas aos amigos. Em dezembro de 2024, a vítima descobriu a situação e confrontou Pedro Becker. Em uma conversa gravada por ela, o suspeito inicialmente negou as acusações e tentou responsabilizar o melhor amigo, que não é investigado. Depois, admitiu ter compartilhado as imagens no grupo, mas alegou que era “confiável”. Ainda segundo a denúncia, Pedro afirmou que o grupo existia “há muito tempo” e que “nunca vazou” nenhum conteúdo íntimo. O pedido do promotor do caso José Rocha Neto é para que o trio seja condenado pelas penas previstas nos crimes de divulgação de cena de nudez e fraude processual e pague indenização de R$ 10 mil à vítima. Veja mais sobre a operação: Grupo é investigado por se relacionar com mulheres e divulgar fotos íntimas no WhatsApp Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.