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Ex-governador do Acre Gladson Camelí é alvo de operação da PF, em Rio Branco O ex-governador do Acre e candidato ao Senado pelo Progressistas, Gladson Camelí, foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF-AC) na manhã desta terça-feira (22), em Rio Branco. A ação ocorreu no condomínio Recanto Verde, onde ele mora, na capital. Segundo informações apuradas pelo g1 e Rede Amazônica, os agentes apreenderam o celular de Camelí e três veículos de propriedade dele. (Veja o vídeo acima) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Em nota, a defesa do político disse que colabora com os procedimentos adotados. Contudo, considera que as medidas são abusivas às vésperas das eleições. (Leia na íntegra no final da reportagem) "Mais uma vez, tanto o candidato quanto sua assessoria jurídica se colocaram a disposição da Justiça, no intuito de colaborar com os esclarecimentos pela certeza de inocência", destacou a nota, assinada pelo advogado Erick Venâncio. Gladson Camelí é alvo de operação da PF em Rio Branco nesta terça-feira (22) Aline Nascimento/g1 LEIA TAMBÉM: Gladson Camelí (PP) tem candidatura barrada pelo TRE-AC; defesa diz que vai recorrer Gladson Camelí é condenado pelo STJ a mais de 25 anos de prisão Ainda não há informações oficiais sobre o número de pessoas investigadas, o motivo exato da operação ou quais crimes são apurados. Também foram realizadas buscas em endereços ligados a pessoas próximas ao ex-governador. *Esta matéria está em atualização. PF cumpre mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador do Acre, Gladson Camelí, na manhã desta terça-feira (22) em Rio Branco Amanda Oliveira/Rede Amazônica Leia na íntegra a nota do ex-governador Gladson Camelí Causa estranheza que, às vésperas do processo eleitoral, seja deflagrada uma operação na qual alguns influenciadores, blogs e sites de militantes a serviço de adversários tiveram informações e acesso antecipado para noticiar de forma sensacionalista e pejorativa com o claro interesse de atingir e prejudicar a imagem da candidatura de Gladson Camelí, sem que ele ou seus advogados sequer tivessem acesso às razões da diligência. Mais uma vez, tanto o candidato quanto sua assessoria jurídica se colocaram a disposição da Justiça, no intuito de colaborar com os esclarecimentos pela certeza de inocência. É fundamental destacar que, conforme já decidido pelo Supremo Tribunal Federal, a alta corte do país, as provas do processo que acusa Gladson Camelí foram comprovadamente produzidas de forma ilegal. Ainda assim, continuam as medidas que consideramos abusivas e de clara perseguição com o intuito de influenciar o resultado eleitoral. Prova disso é o descumprimento de uma decisão do Supremo Tribunal Federal da ADPF 1017 que proíbe nos 15 dias que antecedem a eleição esse tipo de medida cautelar contra candidatos a cargos majoritários. A lei deveria servir para todos com a missão de proteger, não para perseguir e intimidar. Confiamos na Justiça. Mas acima de tudo, confiamos em Deus e na sabedoria do eleitor acreano que está atento ao uso eleitoreiro das nossas instituições para perseguir e tentar influenciar o resultado das eleições. Erick Venâncio Assessoria Jurídica VÍDEOS: g1