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Feirão tem vagas de emprego com carteira assinada. Divulgação / Agência Brasil A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PA) promove nesta quinta-
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A taxa de desemprego subiu em 15 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2026, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trim...
A taxa de desemprego subiu em 15 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2026, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período, a taxa de desocupação no país ficou em 6,1%. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça As maiores taxas de desocupação no primeiro trimestre foram registradas no Amapá (10%), em Alagoas (9,2%), na Bahia (9,2%) e em Pernambuco (9,2%). Na outra ponta, os menores índices foram observados em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%) e Espírito Santo (3,2%). 📈 As altas mais expressivas ocorreram: no Ceará (2,3 pontos percentuais), no Acre (1,8 p.p.) e no Tocantins (1,6 p.p.). 📉 Já os menores avanços foram registrados em: Rondônia (1,1 p.p.), Espírito Santo (0,8 p.p.) e Santa Catarina (0,5 p.p.). 👉 Veja abaixo a variação trimestral em cada estado. Passe o mouse ou clique na unidade da federação para consultar o percentual, e use o zoom para ampliar a visualização: Segundo William Kratochwill, analista do IBGE, as diferenças regionais em relação à desocupação da população estão relacionadas, em grande medida, ao nível de desenvolvimento econômico e educacional de cada estado. 👉 Unidades da federação com maior grau de industrialização e população mais escolarizada tendem a ter mercados de trabalho mais estruturados e, consequentemente, taxas de desocupação mais baixas. “Em estados como o Amapá e em outras unidades ‘de cima’ no Brasil, a menor industrialização e os níveis de instrução relativamente mais baixos ajudam a explicar indicadores menos favoráveis.” Desigualdades de gênero, raça e escolaridade A taxa de desocupação foi maior entre as mulheres (7,3%) do que entre os homens (5,1%). Quando o recorte é feito por cor ou raça, o indicador ficou abaixo da média nacional, de 6,1%, entre os brancos (4,9%) e acima desse patamar entre os pretos (7,6%) e pardos (6,8%). Na análise por escolaridade, a maior taxa de desemprego foi registrada entre as pessoas com ensino médio incompleto, com 10,8%. Entre aqueles com nível superior incompleto, a desocupação foi de 7,0% — quase o dobro da observada entre quem concluiu o ensino superior, cuja taxa ficou em 3,7%. Já a taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne pessoas desempregadas, subocupadas por insuficiência de horas e aquelas que poderiam trabalhar, mas não estavam procurando emprego, alcançou 14,3% no primeiro trimestre deste ano. Os maiores índices foram registrados no Piauí (30,4%), na Bahia (26,3%) e em Alagoas (26,1%). Na outra ponta, as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (4,7%), Mato Grosso (6,7%) e Espírito Santo (7,0%). Enquanto isso, o percentual de desalentados — pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego — foi de 2,4% da força de trabalho ampliada. Os maiores índices foram registrados no Maranhão (10,3%), em Alagoas (9,2%) e no Piauí (7,6%). Na outra ponta, os menores percentuais de desalento foram observados em Santa Catarina (0,3%), no Rio Grande do Sul (0,7%) e em Goiás (0,7%). Formalidade x informalidade No primeiro trimestre de 2026, 74,7% dos empregados do setor privado no Brasil tinham carteira assinada. Os maiores índices foram registrados em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,1%) e Rio Grande do Sul (80,5%). Já os menores percentuais apareceram no Maranhão (53,4%), no Piauí (53,7%) e no Pará (55,9%). No mesmo período, 25,5% da população ocupada trabalhava por conta própria. Essa participação foi mais elevada no Maranhão (34,1%), no Pará (29,9%) e no Amazonas (29,9%). As menores proporções foram observadas no Distrito Federal (16,7%), no Acre (18,9%) e no Tocantins (19,7%). A taxa de informalidade ficou em 37,3% da população ocupada no país. O Maranhão liderou com 57,6%, seguido pelo Pará (56,5%) e pelo Amazonas (53,2%). Na outra ponta, as menores taxas foram registradas em Santa Catarina (25,4%), no Distrito Federal (28,1%) e em Mato Grosso do Sul (29,8%). O país também tinha 1,1 milhão de pessoas em busca de trabalho havia dois anos ou mais no primeiro trimestre de 2026. O contingente caiu 21,7% em relação ao mesmo período de 2025, quando 1,4 milhão de brasileiros estavam nessa situação. Já o número de pessoas que procuravam emprego havia menos de um mês somava 1,4 milhão. Em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, houve recuo de 14,7%, já que 1,6 milhão de pessoas estavam nessa condição. *Reportagem em atualização Trabalhadora; mulher segurada Carteira de Trabalho e Previdência Social Agência Brasil