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Batucada Misteriosa Duda Santana As rodas de carimbó que atravessam madrugadas em Icoaraci e Cotijuba, os tambores tocados até a exaustão, os trajetos de barco entre ilha e continente e a mistura entre tradição popular, rock psicodélico e experimentação sonora deram origem ao primeiro álbum da Batucada Misteriosa. O grupo paraense lança neste domingo (17), com show no Espaço Cultural Coisas de Negro, em Icoaraci, o disco “Até Quase Morrer”, trabalho que sintetiza uma década de vivências culturais construídas entre os dois territórios de Belém. Com 12 faixas inéditas, o álbum nasceu das rodas de carimbó realizadas desde 2016 no Coisas de Negro, em Icoaraci, e no Chalé do Moreno, em Cotijuba. O trabalho mistura referências do carimbó tradicional com elementos do rock, da tropicália, do manguebeat e da psicodelia, numa sonoridade que o grupo define como “carimbó urbano”. “O Espaço Cultural Coisas de Negro representa nosso lugar de aprendizagem e, literalmente, de experimentação”, afirma Yuri Moreno, integrante da Batucada Misteriosa. Segundo ele, o grupo surgiu em meio às atividades culturais promovidas no distrito de Icoaraci e cresceu conectado às trocas entre mestres da cultura popular, músicos e frequentadores das rodas de carimbó. A capa do álbum foi inspirada no bilhete da embarcação que faz o percurso entre os dois territórios Divulgação Entre Icoaraci e Cotijuba Icoaraci aparece como eixo central do álbum. O distrito é citado pelo grupo como um território onde convivem escolas de samba, bandas de rock, batalhas de rap, grupos de carimbó e outras manifestações populares. Essa diversidade ajudou a moldar a identidade sonora do disco. As travessias entre Icoaraci e Cotijuba também estão presentes no projeto. A capa do álbum foi inspirada no bilhete da embarcação que faz o percurso entre os dois territórios, enquanto as músicas registram cenas do cotidiano amazônico, como pescadores na maré, trapiches e rodas de carimbó que atravessam a noite. O título “Até Quase Morrer” surgiu de uma frase repetida pelos integrantes depois das rodas de carimbó que avançavam até o amanhecer. Segundo Yuri Moreno, havia noites em que o grupo passava até 12 horas seguidas tocando tambor. “O título representa renovação. Bater o tambor não é apenas extrair som. É convidar nossos ancestrais e renovar as forças”, afirma o músico. “Ao final das rodas, Ariel Silva costumava dizer: ‘Caramba, tocamos até quase morrer’.” Carimbó urbano e experimentação Apesar de o grupo já possuir um repertório consolidado nas apresentações ao vivo, o álbum marca a primeira vez em que essas composições foram registradas em estúdio. As músicas foram gravadas no Mundé Records, estúdio montado dentro do próprio Espaço Cultural Coisas de Negro. Segundo os integrantes, o processo de criação do disco também foi atravessado por debates sobre identidade amazônica, tradição e resistência cultural. Em um primeiro momento, algumas composições chegaram a ser questionadas por mestres que não identificavam ali o formato tradicional do carimbó. A validação veio com Mestre Nego Ray, uma das principais referências do grupo e participante do álbum. “Ele não apenas legitimou nosso fazer, como também nos incentivou a produzir mais e aproveitar as possibilidades que o tambor tem a oferecer”, afirma Yuri Moreno. O álbum também incorpora discussões sobre decolonialidade e valorização dos povos amazônidas. A faixa “Chico Mendes”, por exemplo, homenageia lideranças populares e ambientais que se tornaram símbolos de resistência na Amazônia. “Propomos uma reflexão sobre processos que tentam nos afastar das nossas identidades”, afirma Yuri. “O disco fala sobre resistência, pertencimento e orgulho da nossa identidade cabana.” Serviço Show de lançamento do álbum “Até Quase Morrer” — Batucada Misteriosa 📅 Domingo, 17 de maio de 2026 🕖 A partir das 19h 📍 Espaço Cultural Coisas de Negro — Avenida Doutor Lopo de Castro, 1081, bairro Cruzeiro, distrito de Icoaraci, em Belém 🎟️ Entrada gratuita 📲 Mais informações: @batucadamisteriosa VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará